Fazia de conta que ela nao era Lunar. . .


11/6/2013


Blog que saudade imensa de você!


Escrito por claire.de.etoile às 04h49
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26/10/2011


 

Escrito por claire.de.etoile às 01h59
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Increadible!

Não.

Eu não admiro pessoas que tratam seu passado como se não fosse deles.

Como se as raízes de quem você é hoje tivessem brotado espontâneamente.

Aliás.

E não brotaram????

Eu posso dizer.

Sim.

Mudei horrores ao longo dos anos.

Em alguns aspectos mais que em outros.

Fisicamente pouca coisa além do cabelo.

Mas eu não desprezo a minha de ontem e desfilo uma nova eu.

Acho isso impossível.

No mínimo falso.

Efusivo.

Exagerado.

Ou no talvez sem personalidade alguma.

Quem muda demais não sabe quem é.

Ou sabe e nega.

Mudar é bom quando se é pra melhor.

E um melhor autêntico.

Se você é egoísta e deixa de ser.

Impaciente e aprende a ter paciência.

Incredulo e passa a ter fé.

Mas vai me desculpar.

Quem passa a ignorar teus porões como se não os tivesse não passa de mera demagogia!

Quem você foi.

Quem você é.

E principalmente quem você será merecem fazer parte da sua biografia...

Escrito por claire.de.etoile às 01h07
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16/9/2011


Você pode correr de alguém que você teme, você pode tentar lutar com alguém que você
odeia. Todas as minhas reações eram direcionadas a esses tipos de assassinos – os monstros, os
inimigos.
Quando você ama a pessoa que está te matando, não te restam opções.
Como você poderia
correr, como você poderia lutar, quando fazer isso machucaria o seu amado? Se sua vida fosse
tudo o que você tem a dar ao seu amado, como você seria capaz de não dá-la?
Se fosse alguém a quem você realmente ama?

Escrito por claire.de.etoile às 19h12
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28/8/2011


In the lonely stars of the night
I draw the sky around me
And the vanishing hours of the light
I only dream with you

And like a nightingale
My broken heart would sing
For these bitter tears
And broken wings

Day after day
Of endless colors
These endless hours
I comtemplate

Day after day
Is a frozen river
But time stand still
I sit and wait...

 

Escrito por claire.de.etoile às 03h04
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4/6/2011


“Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!"

Escrito por claire.de.etoile às 22h55
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25/5/2011


O mundo precisa de pessoas bailarinas!

Sempre quis ter postura de bailarina. Acho lindo. Adoro os movimentos que elas fazem, toda aquela delicadeza, suavidade, gentileza. Bailarinas me emocionam. Cheguei a fazer ballet quando era pequena e depois parei. Acho que devia ter continuado, pois hoje minha postura seria bem melhor e eu seria bem magrela. O (único) lado bom é que meus pés não são cheios de calos, tampouco vivem machucados e com bolhas. Mas se for analisar, é bem melhor ter pé feio, ser seca e, de quebra, ter postura linda.
Acho que o mundo precisa de mais pessoas bailarina. As coisas andam feias demais. Falta gentileza, sobra pressa, rancor e cara feia. Fico impressionada com a quantidade de gente que mal dá bom dia. Pessoas que não olham nos olhos, esbarram em você na rua e nem pedem desculpa, tratam garçons e motoristas com ar superior, se sentem melhores que os outros. Na verdade, se achar o máximo é brega e ridículo.

Um sobrenome não é nada. Uma conta recheada não é nada. Um rosto e corpo bonitos são apenas um rosto e corpo bonitos. A gente envelhece. E ninguém é melhor por ser mais belo ou não. Muitas jóias espalhadas pelos pulsos, pescoço e orelhas também não querem dizer absolutamente nada.

Mesmo nos dias ruins procuro ser legal com quem não tem nada a ver com os meus problemas. A Maria, faxineira lá do prédio, é um amor de pessoa. Sempre pergunta pela Juno, minha york filhotona. Me deseja bom trabalho, dá bom dia, manda beijo e tudo mais. O seu Saldanha, porteiro da noite, adora a Juno. E guarda todas as encomendas pra mim. Tem também o Leandro, seu Daniel, e outros que não lembro o nome. Mas são pessoas simpáticas, queridas, do bem. Tem os motoristas da lotação. Como pego a mesma todos os dias pra ir pra agência, voltar pra casa, ir pra agência de novo e voltar pra casa de novo, todo mundo me conhece. Oi, amiga. Oi, moça. Bom almoço. Por hoje deu, né amiga? Bom descanso. E assim vamos indo, na nossa relação cordial, quase amiga. Tá triste hoje, amiga? Cadê aquele sorrisão? Tem também o pessoal do restaurante ali do lado de casa. Almoço ali quase todos os dias. Hoje tem isca de peixe. Hoje tem purê de batata. Guaraná Zero com gelo, certo? Todos conhecem os meus gostos e acho isso incrível, essa conexão que a gente faz com pessoas que vemos diariamente. É uma intimidade secreta. Todas essas pessoas que citei são pessoas bailarina.

Gente educada, generosa. Mas percebo que muitas pessoas não conversam com porteiros pelo simples fato de serem porteiros. Tem gente que chama o garçon de “ô!!”. Tem gente que diz é-por-isso-que-vai-servir-mesa-a-vida-toda. Acho isso um absurdo, o fim da picada.

Longe de mim querer dar lição de moral. Só acho que as pessoas deveriam se preocupar mais com as coisas de dentro. O que tá fora, meu amigo, é completamente perecível.

(E o dinheiro uma hora acaba.)

Texto de Clarissa Corrêa.

 

Escrito por claire.de.etoile às 11h47
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25/4/2011


Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto,
embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem os meus protestos.
Por favor, confie em mim. Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável.
Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

Trecho do livro 'A menina que roubava livros'

Escrito por claire.de.etoile às 01h07
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18/4/2011


 

Sometimes I get so weird
I even freak myself out
I laugh myself to sleep
It's my lullaby

Is it enough to love?
Is it enough to breath?
Somebody rip my heart out
And leave me here to bleed
Is it enough to die?
Somebody save my life

Escrito por claire.de.etoile às 22h33
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The brain is the human body's most mysterious organ.
It learns. It changes. It adapts.
It tells us what we see, what we hear. It lets us feel love.
I think it holds our soul. And no matter how much research we do,
no one can really say how all that delicate grey matter inside our skull works.
And, when it's hurt, when the human brain is traumatized, well, that's when it gets even more mysterious.

Escrito por claire.de.etoile às 00h09
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17/4/2011


 

Escrito por claire.de.etoile às 23h24
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Replay!

That definitely wasn't the first night that I dreamed of Edward Cullen !

 


Escrito por claire.de.etoile às 23h15
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10/4/2011


 

Escrito por claire.de.etoile às 04h01
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31/3/2011


Já estava escrito
No tempo e no espaço
Que a minha alma e tua
Uma luz seriam


Já estava escrito

Pelos milênios
Que no sagrado fogo da paixão
Nos consumiríamos


Sol do deserto

Queimando a areia
Tua presença é água
Que preserva a vida


Pomba selvagem

No azul da alma
Teu amor é luz
Que ilumina e cega


Já estava escrito

E Allah o sabe
Que a serpente mágica do amor
Nos faria deuses


Está escrito

Antes dos tempos
Que a vida vale apenas
Quando o amor nos toca

Escrito por claire.de.etoile às 12h42
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18/3/2011


 

Escrito por claire.de.etoile às 19h10
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